Mostrando postagens com marcador Werno Herckert. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Werno Herckert. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de abril de 2012

AUMENTO DA POPULAÇÃO E O CUSTO AMBIENTAL

Werno Herckert*
Contador

CRESCIMENTO POPULACIONAL – Aumenta a população cresce a pressão sobre os recursos naturais. Exige das indústrias mais produção de produtos e com isto gera mais resíduos e custos ambientais. A agricultura precisa produzir mais alimento e, assim, para aumentar a produção exige-se o aprimoramento de novas técnicas, aumento de terras plantadas e do pecuarista mais terras para criar gado. No Brasil há duas causas, na atualidade, de desmatamento a expansão do plantio da soja e da pecuária e com o desmatamento atual há emissão de gases na atmosfera. Com algumas medidas do governo há tendência de diminuir a emissão de gases. Segundo Paulo Sérgio Duarte ¨As preocupações ambientais contemporâneas originaram-se compreensão da pressão sobre os recursos naturais causadas pelo crescimento populacional e pela disseminação do modelo da sociedade de consumo¨. (Ver Você está perdido? Todo mundo também está. www.luizprado.com.br). Na década de 70 ventilava-se o planejamento familiar para se evitar o crescimento demasiado da população. Com o aumento da população e a conscientização ambiental há na comunidade mundial uma nova visão na forma de consumo.

CONSUMO CONSCIENTE – É quando o cidadão consome produtos com a preocupação na preservação do meio ambiente natural. Há uma tendência mundial em marcha de mudança na forma de consumir. Há uma visão nova de adquirir produtos das empresas que optam pela preservação da natureza e aplicam efetivamente dinheiro no cuidado com o meio ambiente natural. A comunidade está se conscientizando de mudar os padrões de consumos atuais para ajudar na preservação do meio ambiente. Atualmente o consumidor consciente consome mais produtos das empresas que se preocupam com sustentabilidade. Assim obrigam as organizações a cuidar da natureza. Aquelas que não colocam em suas estratégias de negócios a preservação da natureza estão fadadas ao fracasso, e assim cresce a visão de sustentabilidade.

SUSTENTABILIDADE – em décadas passadas não havia preocupação dos empresários com o desenvolvimento sustentável. No século XVIII, com o inicio da industrialização, não havia preocupação com a natureza pensava-se que ela era exaurível. Iniciou-se a degradação da Terra. Na atualidade as empresas preocupam-se com a sustentabilidade, pois há degradação do planeta que pode levar a humanidade a problemas sérios. O aquecimento global é um deles. Se houver um aumento da temperatura, alertam os cientistas, haverá problemas de inundações, tornados, etc. Os países insulares estão em guerra com o aquecimento global, pois serão os primeiros a serem afetados pela elevação da temperatura no Planeta. É necessário pensar no desenvolvimento econômico, mas também na vida sobre a Terra, pois sem ela não há desenvolvimento e com vida haverá prosperidade da célula social e da comunidade.

Werno Herckert: Contador. Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis. Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo. Membro da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

EMPRESA E A RESPONSABILIDADE SOCIAL

por Werno Herckert
Contador

Amplia-se a responsabilidade social na empresa a nível mundial. Cada dia que passa aumenta as células sociais que ajudam na solução dos problemas sociais e do ambiente natural. ¨A visão social não é nova, pois, Schmalenbach, expoente da escola reditualista da Alemanha, defendia que a Azienda devia ter lucro com visão social. Também, Dietrich, da escola aziendalista da Alemanha dizia que a Azienda devia ter uma visão social e que o lucro abusivo deve ser considerado algo indesejável. ¨ (Ver artigo Patrimônio: sua função social e ambiental de minha autoria em: www.administradores.com.br).

Neste campo o neopatrimonialismo abriu um campo imenso de indagações sobre o fenômeno contábil e a relação com fenômenos da sociologia como de outras ciências. Para a ciência contábil não importa o fenômeno que ocorreu na sociologia, administração, economia etc., mas sim o fenômeno que foi gerado no patrimônio da célula social.

Sempre que há aplicação de capital da empresa para beneficiar alguma instituição da sociedade gera fenômeno contábil e social. Há interação entre a ciência contábil e a ciência da sociologia. Aprofunda-se, neste campo, o estudo e a pesquisa e a indagação pelos cientistas da contabilidade sobre os fenômenos contábeis gerados pelas aplicações em questões sociais e no entorno ecológico e para demonstrar estas aplicações da célula social na sociedade criou-se o Balanço Social.

Há empresas que publicam o Balanço Social. O balanço denominado social tem por objetivo demonstrar as situações decorrentes dos fenômenos circulatórios ambientais. Isto é, trata-se de demonstrativo contábil que evidencia o que a célula social agregou a comunidade, ou seja, o que pagou para o aprimoramento do pessoal, para a conservação do ambiente social, da natureza, ao governo, aos bancos, a instituições não lucrativas, o que remunerou os acionistas etc.

Segundo o Prof. Cesar Kroetz ¨O Balanço Social é a agregação dessas informações tendo com objetivo traduzir a contribuição das empresas em beneficio da sociedade, informando-lhe seus resultados sociais, além de ser um instrumento gerencial de apoio a administração, tudo isso numa fase e evolução dos planos de contas. E ainda diz: O balanço social deve demonstrar, claramente, quais políticas praticadas e quais os seus reflexos no patrimônio, objetivando evidenciar a participação das mesmas no processo de evolução social. ¨ (Ver o opúsculo O conhecimento e o patrimônio de minha autoria, pg. 11, Megas Produções e Artes Gráficas, 2001).

Segundo Tinoco ¨Balanço Social é um instrumento de gestão e de informação que visa a evidenciar, da forma mais transparente possível, informações econômicas e sociais do desempenho das entidades aos mais diferenciados usuários. ¨ (Ver Balanço social: balanço da transparência corporativa e da concertação social, João Eduardo Prudêncio Tinoco. Revista Brasileira de Contabilidade, pg. 57-73, maio/junho, n. 135).

Ultimamente as empresas estão aderindo à publicação do Balanço Social, pois se torna um elo entre a empresa e a sociedade.

Werno Herckert - Contador, Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

sexta-feira, 9 de julho de 2010

ASPECTO DA INFLUÊNCIA AMBIENTAL EXÓGENA

por Werno Herckert

O neopatrimonialismo contábil pesquisa e estuda a mutação da riqueza (fenômeno patrimonial) da célula social causada pela influência ambiental exógena. Tal efeito é uma força externa ao patrimônio capaz de gerar benefício ou malefício a riqueza da empresa com repercussão, em muitos casos, no entorno natural e isso ocorre mesmo sendo pouco observável. Se o agente externo tanger a essência da riqueza da célula social gera fenômeno patrimonial.

Há interação constante entre o patrimônio e a ambiente onde está inserida a célula social.

Uma decisão do governo em relação à empresa e ao meio ambiente natural distante do patrimônio da célula social, por isso influência ambiental exógena, causa, também, mutação patrimonial (fenômeno contábil) na empresa e, em conseqüência no entorno natural. A empresa obriga-se usar meio de pagamento para aplicar no controle da poluição no meio ambiente. A aplicação do meio de pagamento no controle da poluição pela empresa será diferente de uma para outra. Dependerá da atividade exercida, assim, por exemplo, um posto de gasolina tem uma forma de poluição e responsabilidade sobre ela. Deve aplicar recursos em:

  • Tanques e tubulações ecológicas;
  • Caixa separadora de água e óleo;
  • Piso impermeabilizante e calhas condutoras para caixa separadora;
  • Lavagem com piso impermeabilizante e tubulações para caixa separadoras;
  • Válvulas filtrantes nos suspiros dos tanques;
  • Tanque para óleo queimado.

De forma específica, igualmente, a indústria de cimento deve aplicar em filtros, a indústria de papel em mecanismo para não poluir a água e aplicar em reflorestamento e, assim, cada setor da economia tem sua aplicação no cuidado com o meio ambiente natural onde a organização está inserida.

O cumprimento da lei ambiental, por parte da empresa, é necessário para não gerar problema ambiental e na comunidade, nem sempre é fácil num determinado momento pela falta de recurso disponível para esse fim. Há uma variação de dificuldades de empresa para empresa. Num mesmo ramo de atividade uma pode estar em prosperidade, outra estável e a outra em definhamento e a lei ambiental para ser cumprida é a mesma. Essa influência ambiental exógena traz benefício ao ambiente natural, mas dificuldades, em alguns casos, para a riqueza da empresa.

O que tange o patrimônio interessa ao neopatrimonialismo contábil, embora não seja matéria contábil a influência ambiental exógena em si, mas sim, o fenômeno patrimonial que o agente externo gera na riqueza da célula social. Não é estudo da contabilidade a decisão, por parte do governo, de obrigar a empresa de controlar sua poluição na natureza. O que interessa a contabilidade é o fenômeno patrimonial que é gerado pela decisão do governo em obrigar a organização controlar a sua poluição.

Na atualidade o neopatrimonialismo contábil, com visão holística, preocupa-se com o agente externo que é força que atua no patrimônio da célula social gerando fenômeno patrimonial com prosperidade ou definhamento da riqueza da organização. É importante o contador e o administrador observar e analisar a força externa e sua repercussão no patrimônio da empresa para gerar prosperidade na organização.



WERNO HERCKERT - Professor de matemática pela Universidade Federal de Santa Maria-RS, 967, Contador pela Universidade Cândido Mendes do Rio de Janeiro-RJ, (1980), Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, 1999, Membro da ACIN- Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo, Membro da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo, Membro invitado do Club Tablero de Comando (Balanced Scorecard) de Buenos Aires Argentina, 1999. Membro colaborador de diversos sites e revistas no Brasil e no exterior países como Espanha, Portugal, Argentina, Bolívia, Colômbia, México etc. Publicou vários opúsculos sobre neopatrimonialismo contábil e o livro "Patrimônio e as influências ambientais", 2003 e é co-autor do livro "Contabilidade sob o enfoque neopatrimonialista", 2003 . É pesquisador e escritor da ciência contábil.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

GESTÃO DO CAPITAL

por Werno Herckert*
Contador

Um velho tema, mas sempre atual. Muito já se tem pesquisado, escrito, falado editado livros, revistas, artigos etc. sobre o assunto, mas sempre é bom refletirmos mais um pouco sobre o tema. Atualmente sabe-se que o ambiente, onde a célula social está inserida, influencia o capital da empresa.

O patrimônio da empresa influencia o entorno como o entorno influencia o patrimônio. Isto é axiomático.

Em meu livro Patrimônio e as Influências Ambientais tratei sobre o assunto e procurei refletir sobre a necessidade do administrador da empresa dar atenção para as influências endógenas e exógenas que podem causar a prosperidade como a falência da empresa. A influência endógena interna a célula social, pode causar desequilíbrio patrimonial quando o administrador e o pessoal, não possuem o suficiente conhecimento do sistema gerencial, quando há aplicações de meio patrimonial em ativos que fica ocioso cria ineficácia. A influência exógena, externa ao capital da empresa, pode causar desequilíbrio do capital e levar a empresa à falência. A concorrência (fenômeno econômico) tem levado a organização à inatividade. O câmbio (fenômeno econômico) tem levado empresas importadoras e exportadoras, também à inatividade. As intempéries da natureza podem gerar problemas sérios na empresa. A organização precisa estar bem estruturada e equilibrada para suportar certas influências ambientais exógenas negativas.

O Prof. Lopes de Sá em seu livro Teoria do Capital das empresas ensinou sobre necessidade da célula social ter equilíbrio em todos os setores da empresa. (Ver Teoria do Capital das Empresas, Rio de Janeiro: FGV, 1965).

Depois sobre a interação perfeitos entre os denominados sistemas básicos os de liquidez (capacidade de pagar), resultabilidade (capacidade de lucrar), estabilidade (capacidade de manter equilíbrio) e economicidade (capacidade de vitalidade). (Ver Teoria da Contabilidade, pg. 281, 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

Quando há interação constante e equilíbrio nos sistemas cria-se a eficácia e com isto há prosperidade patrimonial na organização. Tendo prosperidade do capital a célula social pode exercer sua função social e ambiental.



Werno Herckert

Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis

Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

segunda-feira, 21 de junho de 2010

ASPECTOS DA CONTABILIDADE AMBIENTAL

Werno Herckert*
Contador

Há preocupação da comunidade mundial sobre o aquecimento global pela emissão de poluentes na atmosfera pelas diversas atividades humanas, como indústrias, automóveis, aviões, desmatamento etc. O objetivo da reunião de Copenhague (Dinamarca) foi para encontrar consenso entre as nações no controle da emissão de gases poluentes para evitar o aumento da temperatura na Terra e, assim, evitar catástrofes como tornadas, enchentes, queimadas, elevação do nível do mar que pode afetar vários países. Infelizmente não houve consenso entre os representantes dos países presentes. Para se conseguir isso é necessária a colaboração de todos os países desenvolvidos e emergentes para a redução dos níveis de poluentes atmosféricos e isso exige o gerenciamento ambiental e custos ambientais do governo e das células sociais.

Para se evitar uma catástrofe mundial é necessário que se gerencie com responsabilidade o meio ambiente natural e se aplique meios patrimoniais em bens que serão usados para haver o desenvolvimento sustentável. Segundo Mowen e Hansen desenvolvimento sustentável é definido como o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a habilidade de gerações futuras satisfazendo suas próprias necessidades. (Ver Gestão de Custos. Cap. 17, pg. 565, Pioneira Thompson Learning, São Paulo, 2001). Há consenso mundial em marcha pela sustentabilidade. As células sociais estão aderindo à preservação do meio ambiente natural e estão conscientes da necessidade de cuidar da natureza, pois há um limite de exploração dos bens da Terra o que não se pensava a algumas décadas passadas. Há nas células sociais a preocupação da ampliação do conhecimento do sistema de gerenciamento ambiental e das aplicações em utensílios para cuidar do entorno ecológico.

Neste breve artigo enfocaremos dois assuntos em evidência atual a gestão ambiental e custos ambientais nas células sociais.

GESTÃO AMBIENTAL

É o sistema de gerenciamento da interação do processo produtivo do patrimônio da empresa com o meio ambiente natural.

A questão ambiental é preocupação do governo, da comunidade, de ecologistas, ambientalistas, ONGs e passou a ser, também, dos empresários que a usam como estratégias administrativas.

As decisões nas empresas devem ser tomadas visando à harmonia entre o patrimônio e o meio ambiente natural. Cresce nas organizações a importância da gestão ambiental, principalmente nas indústrias, que facilmente ultrapassam o limite de resíduos que poluem o ambiente natural.

Segundo Eusélia Paveglio Viera e Juliana Siqueira ...as empresas estão investindo cada vez mais em tecnologias limpas, ou seja, técnicas de proteção e preservação do meio ambiente e, em certos casos, estão até se antecipando às exigências legais, e isso tem contribuído para um desenvolvimento sustentável. (Ver Gestão Ambiental: estratégia competitiva ou cidadania empresarial? Revista Contabilidade e Informação, Editora Unijuí, n. 22 p. 65-74, Ijuí, jan/jun/2005).

“O empresário começa a se dar conta que a gestão ambiental não veio para prejudicar a prosperidade patrimonial de sua empresa, mas, sim, veio como um novo desafio para agregar valor ao seu produto na atualidade”. (Ver em O patrimônio e o desenvolvimento sustentável, pg. 10, Reas Gráfica Editora, Três de Maio, ago/2004 de minha autoria.)

No sistema de gerenciamento ambiental há os custos ambientais que são usados para a preservação da natureza.

CUSTOS AMBIENTAIS

São as aplicações que as empresas fazem em utensílios (bens) que são utilizados para preservação e recuperação do entorno ecológico.

Segundo o Prof. Lopes de Sá a questão conceptual de custo não está ligada à obrigatoriedade, mas, sim à utilidade de um investimento em favor de uma necessidade que se traduz em objetivo de um empreendimento (no qual se insere aquele de ordem meio ambiental). (Ver Aspectos dos custos aplicados ao meio ambiente. www.lopesdesa.com.br, nov. 1999).

Segundo Rocha e Ribeiro apud (Wernke, 2000) assinalaram que os custos ambientais são gastos realizados pela empresa para reduzir ou eliminar os efeitos negativos do seu sistema operacional sobre o meio ecológico. Os investimentos nesta área têm recebido ênfase expressiva, e diante disso necessitam, portanto, serem incluídos na estratégia da gestão econômica financeira das empresas. (Ver Custos ambientais: uma abordagem teórica com ênfase na obtenção de vantagem competitiva. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília: ano 29, n. 123, p. 44-51, maio/jun de 2000).

Os custos ambientais aumentam com o crescimento da população.

CRESCIMENTO POPULACIONAL – Aumenta a população cresce a pressão sobre os recursos naturais. Exige das indústrias mais produção de produtos e com isto gera mais resíduos e custos ambientais. A agricultura precisa produzir mais alimento e, assim, para aumentar a produção exige-se o aprimoramento de novas técnicas, aumento de terras plantadas e do pecuarista mais terras para criar gado. No Brasil há duas causas, na atualidade, de desmatamento a expansão do plantio da soja e da pecuária e com o desmatamento atual há emissão de gases na atmosfera. Com algumas medidas do governo há tendência de diminuir a emissão de gases. Segundo Paulo Sérgio Duarte ¨As preocupações ambientais contemporâneas originaram-se compreensão da pressão sobre os recursos naturais causadas pelo crescimento populacional e pela disseminação do modelo da sociedade de consumo¨. (Ver Você está perdido? Todo mundo também está. www.luizprado.com.br.). Na década de 70 ventilava-se o planejamento familiar para se evitar o crescimento demasiado da população. Com o aumento da população e a conscientização ambiental há na comunidade mundial uma visão nova na forma de consumo.

CONSUMO CONSCIENTE – É quando o cidadão consome produtos com a preocupação na preservação do meio ambiente natural. Há uma tendência mundial em marcha de mudança na forma de consumir. Há uma visão nova de adquirir produtos das empresas que optam pela preservação da natureza e aplicam efetivamente dinheiro no cuidado com o meio ambiente natural. A comunidade está se conscientizando de mudar os padrões de consumos atuais para ajudar na preservação do meio ambiente. Atualmente o consumidor consciente consome mais produtos das empresas que se preocupam com sustentabilidade. Assim obrigam as organizações a cuidar da natureza. Aquelas que não colocam em suas estratégias de negócios a preservação da natureza estão fadadas ao fracasso, e assim cresce a visão de sustentabilidade.

SUSTENTABILIDADE – em décadas passadas não havia preocupação dos empresários com o desenvolvimento sustentável. No século XVIII, com o inicio da industrialização, não havia preocupação com a natureza pensava-se que ela era exaurível. Iniciou-se a degradação da Terra. Na atualidade as empresas preocupam-se com a sustentabilidade, pois há degradação do planeta que pode levar a humanidade a problemas sérios. O aquecimento global é um deles. Se houver um aumento da temperatura, alertam os cientistas, haverá problemas de inundações, tornados, etc. Os países insulares estão em guerra com o aquecimento global, pois serão os primeiros a serem afetados pela elevação da temperatura no Planeta. É necessário pensar no desenvolvimento econômico, mas também na vida sobre a Terra, pois sem ela não há desenvolvimento e com vida haverá prosperidade do homem.

* Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis
Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

domingo, 16 de maio de 2010

CUSTOS AMBIENTAIS

Werno Herckert*

Para a célula social manter seu desenvolvimento sem prejudicar o entorno ecológico ela necessita recursos voltados a aplicações em bens que serão utilizados para a conservação e recuperação da natureza. Esta aplicação em utensílios para fins de preservação e recuperação ambiental chamou de custos ambientais. Estes ignorados ao longo dos séculos e hoje usados como instrumentos de estratégia pelas células sociais.

Segundo Raupp, considera que os custos ambientais serão reconhecidos, independentemente de desembolso (Princípio Contábil da Competência) e imediatamente incorporados ao bem e/ ou serviço que vise, única e exclusivamente, à preservação do meio ambiente, no momento de sua ocorrência, sendo que sua classificação contábil se dará no ativo permanente imobilizado ambiental ou ativo permanente diferido ambiental, desde que tais custos e/ou serviços aumentem a vida útil do bem incorporados por prazo superior a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. (Ver em Desenvolvimento sustentável: a contabilidade num contexto de responsabilidade social de cidadania e de meio ambiente. Revista de Contabilidade Conselho Regional de São Paulo, São Paulo: n. 20, p. 46-60, junho de 2002).

Segundo Ribeiro; Gonçalves; Lima, custos ambientais são os consumos de recursos ocorridos na área de produção, mas voltados especificamente ao controle e preservação ambiental. Assim, todos os insumos inseridos no processo operacional que tenham por objetivos precisos a eliminação/redução de poluentes. Portanto, incluem-se, aqui, produtos químicos que combatam os resíduos decorrentes do processo operacional, a depreciação das máquinas e equipamentos existentes na empresa, cuja finalidade básica seja o controle e preservação do meio ambiente como as estações de tratamento de enfluentes, a remuneração relativa às horas de mão-de-obra utilizadas para manusear o sistema ambiental, qualquer que seja a sua forma etc. (Ver em Aspectos de contabilização do passivo e ativo ambientais nas termelétricas brasileiras. Revista de Contabilidade Conselho Regional de São Paulo. São Paulo: n. 20, p. 04-12, junho de 2002).

IMPORTÂNCIA DOS CUSTOS AMBIENTAIS
Com a informação dos custos ambientais tem-se uma visão próxima a realidade da relação da célula social com a meio ambiente natural. Algumas empresas já entenderam a necessidade do cuidado com o entorno ecológico. Compreenderam que os resíduos advindos da produção podem afetar seriamente o meio ambiente e com isto há uma degradação da qualidade de vida do homem.

A empresa não subsiste sem o cliente que é seu consumidor. É necessário preservar a natureza onde vivem os consumidores.

CUSTOS AMBIENTAIS ENDÓGENOS
São aqueles induzidos pela administração. É interna a célula social. Ocorrem quando a administração aplica meios de pagamentos na compra de utensílios que vão ser utilizados para cuidar do entorno ecológico. Isto pode ocorrer como estratégia de negócios, marketing, consciência ecológica etc.

CUSTOS AMBIENTAIS EXÓGENOS
São aqueles induzidos por pressão e influência do entorno como legislação ambiental do governo, clientes, acionistas (stakeholders), investidores, fornecedores, ambientalistas, organizações não governamentais (ONGs) e outros.

ATIVOS AMBIENTAIS
São os utensílios (bens) incorporados na célula social para ser usados na preservação do meio ambiente.

Segundo Ribeiro; Gonçalves; Lima, ativos ambientais são todos os investimentos realizados pela empresa que possuam perspectiva de geração de benefícios futuros, no processo de controle preservação e recuperação ambiental. (Fonte citada neste artigo).

Também Kraemer, os ativos ambientais representam os estoques dos insumos, peças acessórios, etc. utilizados no processo de eliminação ou redução dos níveis de poluição; os investimentos em máquina, equipamentos, instalações, etc. adquiridos ou produzidos com intenção de amenizar os impactos causados ao meio ambiente; os gastos com pesquisas, visando desenvolvimentos de tecnologias modernas, de médio e longo prazo, desde que constituam benefícios de ações que irão refletir nos exercícios seguintes. Ainda diz a professora: Ativos ambientais são os bens adquiridos pela companhia que têm como finalidade controle, preservação e recuperação do meio ambiente. (Ver em Contabilidade ambiental passaporte para a competividade (leia aqui).

PASSIVO AMBIENTAL
São as obrigações com terceiros na compra de ativos que serão utilizados na preservação do meio ambiente e aqueles provenientes das penalidades impostas à empresa por infração a legislação ambiental e danos no meio ambiente.

Segundo Kraemer, considera passivo ambiental toda e qualquer obrigação de curto e longo prazo, destinada única e exclusivamente a promover investimentos em prol de ações relacionadas à extinção ou amenização dos danos causados ao meio ambiente, inclusive percentual do lucro do exercício, com distinção compulsória, direcionado a investimentos na área ambiental. (Fonte citada neste artigo).

Ribeiro; Gonçalves; Lima leciona que os passivos ambientais são as obrigações contraídas pela empresa perante terceiros, que têm como origem um gasto ambiental (ativos, custos, despesas etc.). Assim, constituem-se obrigações ambientais aquelas decorrentes de compras de ativos ambientais, de provenientes de penalidades impostas à s organizações por infração à legislação ambiental, por danos ao meio ambientes e à propriedade de terceiros. (Fonte citada neste artigo).

E para concluir: O patrimônio da célula social tem função social e ambiental e deve preservar o meio ambiente natural onde a mesma está inserida, pois o uso do capital não deve prejudicar a vida das pessoas, dos seres e da natureza nem no presente nem no futuro.


Werno Herckert: Contador, Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis e da Associação Científica Internacional Neopatrimonialista

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PATRIMÔNIO E AS APLICAÇÕES AMBIENTAIS

Werno Herckert*
Contador

Ultimamente a preservação da natureza se tornou, não só preocupação de ecologistas, da sociedade, do empresário, mas também de alguns governos de paises desenvolvidos e em desenvolvimento e se tornou uma questão de preocupação mundial. Cada vez mais se fala em sustentabilidade, isto é o desenvolvimento econômico sem agredir a natureza.

O mundo econômico e os governos, hoje, estão atentos à contabilidade, ciência do patrimônio que estuda, pesquisa, demonstra e explica o que ocorre no patrimônio da empresa, do estado e suas aplicações no entorno. Em face disso exige-se atualização constante do contador e da contabilidade, e se tornou um desafio à classe contábil colocar essas informações na contabilidade tradicional, pois é ela que vai elaborar os demonstrativos contábeis onde deve estar espelhada à realidade, a aplicação no ambiente natural e o que ocorre na célula social para que o empresário possa decidir para a prosperidade do patrimônio da organização. Há uma crescente valorização da profissão do contador por ser ele o cientista que estuda, demonstra e explica a mutação do patrimônio das instituições. Há necessidade em ter em mãos modelos contábeis científicos e demonstrativos reais da situação patrimonial da célula social que vão auxiliar o administrador em suas decisões para conseguir aumentar a capacidade funcional da célula social com objetivo da eficácia nos empreendimentos e, assim poder aplicar o meio patrimonial para preservar a natureza e evitar futuras crises econômicas mundiais que afetam não só as empresas, governos, mas também todo o cidadão, e é necessária que se busque na ciência a verdade e a realidade do fato contábil. A deturpação da verdade não é ciência.

É imprescindível que se faça aplicações de meios patrimoniais pelas empresas, do governo nas questões ambientais naturais, pois há sérios problemas ambientais como a poluição da água, desertificação, aquecimento global etc. ¨O relatório feito por 2.700 cientistas ¨State of the Future 2009¨ (O Globo de 14.07.09) diz enfaticamente que devido principalmente ao aquecimento global, por volta de 2025, cerca de três bilhões de pessoas não terão acesso à água potável. Que significa dizer isso? Simplesmente que esses bilhões, se não forem socorridos, poderão morrer por sede, desidratação e outras doenças. O relatório diz mais: metade da população mundial estará envolvida em convulsões sociais em razão da crise sócio-ecológica global¨. (Ver Qual será o futuro de nossos netos? Leonardo Boff, 14.08.2009, www.portaldomeioambiente.org.br).

Segundo o Greenpeace ¨Este ciclo vicioso entre o aumento da temperatura e uma maior quantidade de incêndios nas florestas é uma evidência de que as mudanças climáticas são um fator chave na propagação desses incêndios, que por sua fez emitem mais gases e agravam o aquecimento global¨, disse Christoph Thies do Greenpeace Internacional. ¨Líderes mundiais não podem deixar o planeta queimar e para impedir isso, devem colocar dinheiro sobre a mesa principalmente para combater o desmatamento. Se eles falharem irão deixar nosso futuro virar cinzas¨, comenta. (Ver Redação do Greenpeace Internacional, Envolverde – Revista Digital do Meio Ambiente e Desenvolvimento, 14.08.2009, http://envolverde.ig.com.br).

Para salvar a natureza exigem-se maiores aplicações de meios patrimoniais pela célula social no meio ambiente natural, e, isso se consegue se houver eficácia e aumento da capacidade funcional da empresa gerando prosperidade.

Werno Herckert - Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

domingo, 26 de abril de 2009

PATRIMÔNIO E AS APLICAÇÕES SOCIAIS

Werno Herckert*
Contador

Há necessidade de reflexão do empresário sobre o aumento da capacidade funcional do patrimônio da célula social e as aplicações no entorno social.

Toda empresa tem função social. Ela se relaciona com o entorno. Há inteiração constante entre a organização e o ambiente onde ela está inserida e influencia a comunidade como recebe influência dessa sociedade. Isso é axiomático. Esta matéria não é nova, pois, Schmalenbach expoente da doutrina Reditualista na Alemanha expressou sua preocupação com o social e as pressões do ambiente externo que é seu entorno. Também, Rudolf Dietrich do Aziendalismo ensinava que a ¨Azienda devia estar a serviço da sociedade produzindo emprego, contribuindo para o fortalecimento do estado e assim, sob essa ótica, deveria ser estudada.¨ (Ver História das doutrinas da contabilidade, Prof. Lopes de Sá, pg, 94, Atlas, 1997).

Observamos, ultimamente, que a crise financeira americana tem influenciado o patrimônio da célula social no Brasil e no exterior criando sérios problemas à empresa diminuindo sua capacidade funcional, como também, na economicidade, isto é em sua sobrevivência e, assim, criando problemas sociais pelo desemprego. Em meu livro Patrimônio e as influências ambientais, Reas, Três de Maio, 2003 tratei sobre a influência ambiental hexógena e, mais uma vez, se comprova a importância, da pesquisa e reflexão sobre a influência externa sobre o patrimônio da empresa.

Quando há diminuição da capacidade funcional do patrimônio há prejuízo social e quando há prosperidade patrimonial há benefício social. O desejável é que haja eficácia na dinâmica patrimonial e que a empresa cresça e possa aplicar recursos no social beneficiando, assim, a comunidade. As aplicações são possíveis quando o patrimônio da célula social tem prosperidade patrimonial isto é, quando há aumento da capacidade funcional do capital. O aumento patrimonial por reajuste monetário não é prosperidade do patrimônio. O importante é que o capital cresça pela inteiração harmônica e eficácia em todos os sistemas da Liquidez, da Resultabilidade, da Produtividade, da Elasticidade, da Invulnerabilidade, da Estabilidade, da Economicidade e da Socialidade. Quando isso ocorre, na célula social, há possibilidade de aplicações sociais. O fundamental é que a avaliação patrimonial seja, como ensina o neopatrimonialismo contábil, pela ¨capacidade funcional¨, ou seja, a que se traduz pela ¨eficácia¨. A avaliação deve seguir o caminho da ciência que é objetiva e procura a verdade e pela verdade é que se consegue avaliar a prosperidade patrimonial da célula social e suas aplicações no entorno.

Há n problemas sociais que a empresa pode auxiliar em suas possíveis soluções quando há prosperidade do capital. Sobre esta matéria abre-se um campo de pesquisa e reflexões sem limites sobre a correlação dos sistemas de funções com as relações sociais mesclando, assim, o contábil, o administrativo e o social. Cada vez mais os interesses sociais passam a ser objeto de estudos da ciência contábil e neles se associam os fatores humanos e do entorno como agentes transformadores e agregáveis e, assim, a ciência contábil é responsável pela prosperidade da comunidade.

Sabe-se, hoje, que o cliente é um fator humano fundamental à empresa e que observa a organização que tem preocupação na solução dos problemas do entorno. Em meu artigo Conhecimento: um ativo imaterial mencionei uma citação do Skyrme o cliente como um ativo intangível na empresa. (Ver: Ativo intelectual e capital humano, pg. 12, Reas, Três de Maio, Nov/2002).

O empresário deve preocupar-se com as questões internas da empresa, mas também com o entorno e não esquecer que as influências ambientais hexógenas pressionam o patrimônio constantemente e podem levar a organização ao crescimento, estagnação e a falência e para que se possa aplicar no social é necessário que a empresa tenha sua capacidade funcional voltada à eficácia e, assim, contribuir para o bem estar da humanidade.

*Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis.
Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O FENÔMENO PATRIMONIAL E FENÔMENO AMBIENTAL NATURAL

(Um enfoque à Introdução Doutrinária do Neopatrimonialismo)
Werno Herckert
O fenômeno patrimonial é uma mutação na essência da riqueza da célula social. Sempre que ocorre aumento ou diminuição do capital há o fenômeno patrimonial. Por exemplo, a venda de uma mercadoria (meio patrimonial) é um fenômeno contábil. Esse aumento ou diminuição do patrimônio acontece por influência exógena, externa (mercado) ou endógena, interna (administrativa). Exógena quando longe do patrimônio e endógena quando próximo ao capital. A influência exógena é uma força externa e distante que tange o patrimônio da célula social. Essa força modifica o capital mesmo que seja pouco evidente. Observemos, por exemplo, a influência exógena que a seleção brasileira exerceu, quando jogou na Copa do Mundo 2006 na Alemanha, no patrimônio da célula social. Quando a seleção jogou vários setores da economia, como, por exemplo, eletrodomésticos aumentaram suas vendas principalmente as televisões. Alguns setores do comércio que trabalhavam com vendas de camisetas da copa do mundo e outros meios patrimoniais aumentaram suas vendas enquanto a seleção estava ganhando, e no momento que perdeu e foi desclassificada, em seguida, houve queda das vendas. O comércio, em geral, perdeu com a desclassificação e com isso as empresas tiveram que repensar sua estratégia de venda. Também, os bares aumentaram suas vendas enquanto a seleção jogou e quando foi desclassificada diminui o movimento de uma forma significativa. Ao observarmos esses fatos externos a célula social, mas, que tem influência sobre o capital, concluímos que são forças externas que tangem o patrimônio da empresa e modifica-o. Não podemos, entretanto, no campo da contabilidade, desconhecer a causa agente, mas, observa-la sob a ótica contábil.

Assim, também, observamos que o fenômeno ambiental natural da estiagem (alteração do meio ambiente natural), uma força externa ao patrimônio da célula social, que tangeu o capital, em geral, das empresas na região onde ocorreu o fenômeno natural houve uma diminuição de 30 a 40% no movimento das vendas (fenômeno circulatório) na maioria das células sociais. Setores da economia ligados a agricultura diminuíram a industrialização de máquinas agrícolas e, com isto, as vendas. Houve uma queda significativa nas vendas de implementos agrícolas. A retração, em virtude do fenômeno ambiental natural da estiagem, sentiu-se em todos os setores da economia afetando, principalmente, aos ligados a agricultura. A crise afetou o setor metal-mecânico do Rio Grande do Sul que já fechou 12 mil postos de trabalho desde o início de 2005. Na região, as demissões atingem as fábricas de colhedeiras em Santa Rosa e Horizontina. As empresas AGCO, de Santa Rosa, e John Deere, de Horizontina, além das fábricas sistemistas, já fecharam cerca de 2,2 mil postos de trabalho desde o início da crise. Na John Deere, em Horizontina, maior fabricante de máquinas agrícolas do país, aproximadamente 1,2 mil funcionários das linhas de colhedeiras, plantadeiras e tratores, estão em férias coletivas, licença remunerada e folga com compensação futura desde o dia oito de maio. (Cooperjornal, Ano XI, n. 489 15.07.06, pg. 1). Também as empresas dos setores Moveleiros e Calçadistas foram duramente atingidas pela estiagem. Observa-se, aí, que fenômeno ambiental natural, também, é uma força externa que modifica o capital da empresa. Não é de interesse da contabilidade estudar esse fenômeno ambiental natural em si, mas sim, a influência que exerce sobre o patrimônio da célula social criando fenômenos contábeis e são estes que interessam a contabilidade. Há, hoje, uma pesquisa dos cientistas sobre os fenômenos patrimoniais como, também, dos fenômenos ambientais naturais como forças externas que tangem o patrimônio da célula social e transforma-o. Um fenômeno ambiental natural pode levar a diminuir o patrimônio e até levar a empresa à falência se a mesma não estiver bem estruturada. Por exemplo, o raio, uma descarga elétrica natural, é um fenômeno ambiental natural que se estuda na Física e pode afetar parcial ou total o patrimônio de uma empresa. Se um raio atingir uma indústria ou uma casa comercial pode causar incêndio e destruir parcial ou total uma célula social. Não é o raio que o contador vai observar e estudar, mas, sim, a mutação patrimonial que há na empresa em virtude do raio.
O Prof. Lopes de Sá em seu livro Teoria Geral do Conhecimento Contábil, IPAT-UNA, Belo Horizonte, 1992 ensinou sobre as influências exógenas e endógenas, pg. 167 a 176 e em 1999 publiquei um opúsculo Patrimônio e as influências ambientais, Megas, Horizontina-RS, onde escrevi sobre esta matéria e em 2003 foi publicado um livro Patrimônio e as influências ambientais, Megas, Três de Maio-RS (de minha autoria) onde aumentei a reflexão sobre as forças externas que criam os fenômenos patrimoniais. Atualmente os cientistas contábeis pesquisam e estudam sobre essa matéria, pois, essas forças podem levar a empresa à prosperidade, a estagnação e até a falência. Necessário se faz é aumentar o conhecimento sobre os fenômenos contábeis como criar novas teorias e, assim, fazer evoluir o conhecimento científico da contabilidade.

APLICAÇÕES SOCIAIS E AMBIENTAIS

Werno Herckert
Contador

Há crescente preocupação na empresa com o social e o ambiente natural e, assim, cada vez mais incorpora na gestão a responsabilidade social e ambiental visando a sustentabilidade.

O empresário precisa encontrar mecanismos de aplicações objetivando, não só, o aspecto econômico, mas também, o social e o ambiental, pois, a prosperidade patrimonial deve trazer harmonia entre a célula social a comunidade e o ambiente natural.

Nesses avanços das aplicações pela organização em questões sociais e no entorno ecológico gera um desafio à classe contábil, isto é, incorporar essas informações no sistema tradicional contábil e encontrar forma transparente de transmiti-las à sociedade. Segundo o Prof. Kroetz ¨há o Balanço Social o informe de sustentabilidade¨. (Ver CRCRS Noticias, pg. 11, ago/2008). Ainda segundo o Prof. Kroetz ¨O balanço social deve demonstrar, claramente, quais as políticas praticadas e quais os seus reflexos no patrimônio, objetivando evidenciar a participação das mesmas no processo de evolução social¨. (Ver Patrimônio: sua função social e ambiental de minha autoria em http://www.conocimientosweb.net/dcmt/html.php?file=docs/bloque4/24.html).

A contabilidade, a ciência do patrimônio da célula social, demonstra a evolução patrimonial da empresa em seus demonstrativos contábeis. Quando há prosperidade do patrimônio, isto é, crescimento efetivo da riqueza aziendal influencia de uma forma positiva a comunidade onde ela está inserida. Parece-me, que nessa matéria, se abre caminho para reflexões sobre a relação do patrimônio com as questões socioambientais.

A ciência contábil evolui, e em sua evolução abre novos caminhos de estudos sobre aplicações, de reflexões e novos desafios à classe contábil.

CAUSA MOTORA DO FENÔMENO PATRIMONIAL

Werno Herckert*


O ambiente social e natural pode gerar fenômeno patrimonial e a mutação do capital pode causar fenômeno social e natural no entorno do patrimônio da célula social. Há inteiração constante entre ambos. Sempre que ocorre movimento patrimonial existe causa motora seja ela endógena (Administrativa, do pessoal etc) e exógena, causa externa à célula social (Econômicos, sociais, ecológicos, governo etc). O patrimônio não se movimenta por si mesmo, necessita de causa agente que atua sobre ele.


A necessidade humana é uma causa motora fundamental na existência do fenômeno patrimonial na organização. Exemplificamos: a pessoa sente necessidade de comprar pão. Vai a padaria e adquire-o e, assim, gera um fenômeno contábil na empresa. Gera movimento patrimonial. ¨Contabilmente, um elemento patrimonial se movimenta quando ¨exerce sua função¨, ou seja, cumpre a utilidade para a qual foi constituído¨. (Ver Evolução doutrinária científica da contabilidade no Brasil de Marco Antônio Amaral Pires). Toda vez que a Padaria vende pão cria-se a necessidade de repô-lo à venda e, assim, a necessidade patrimonial tende ao infinito.


O registro contábil, deste fato, da venda de mercadoria e entrada de dinheiro no caixa é importante, mas, o mais importante é entender o que ocorreu na essência da riqueza aziendal, na relação dos sistemas da liquidez, da resultabilidade etc. e isso ocorre em todas as empresas que vendem mercadoria seja ela pequena, média ou de grande porte, esteja ela onde estiver e isso ocorre no passado presente ou no futuro por isto é matéria científica.


Entender o fato contábil é fundamental no estudo da ciência contábil e o Neopatrimonialismo se preocupa com isso.


* Contador, Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis. Membro da ACIN - Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

terça-feira, 28 de outubro de 2008

CÉLULA SOCIAL, COMUNIDADE E O AMBIENTE NATURAL

Werno Herckert

¨Só existe um país forte, com empresas fortes. Empresas fortes são as empresas prósperas¨
Prof. Antônio Lopes de Sá
1 – SOBRE A LUCRATIVIDADE
O objetivo de uma célula social não deve ser só o lucro. Ele é, todavia, necessário para a economicidade, isto é, a vitalidade e perpetuação da empresa através do tempo. Sem lucratividade não há condição de se manter a continuidade, como, também, uma planta não sobreviveria sem água, murchando, morrendo. Assim, também, aconteceria com a empresa sem lucro. A lucratividade é o aumento efetivo da riqueza pela dinâmica do capital e é necessária para a sobrevivência da empresa, mas, não é só isto, a organização precisa ter uma visão ambiental. Isto é, uma visão social e com o meio ambiente natural que é seu entorno. Cada vez mais a empresa precisa se preocupar e se colocar a serviço da comunidade onde está inserida. Há responsabilidade sócio-ambiental da célula social na sociedade onde ela está, assim, como influencia o entorno, este exercer, também, influência na empresa. Há uma constante inteiração entre a célula social e o entorno. Isto é axiomático.

2 – SOBRE A RESPONSABILIDADE SOCIAL
A doutrina neopatrimonialista enfoca o sistema da socialidade como um estudo sobre as necessidades internas e externas da célula social. Internas quanto ao desenvolvimento intelectual e o bem estar de seu pessoal e externa quanto ao cuidado com a comunidade e a natureza, principalmente a organização que utiliza o meio ambiente natural para sua economicidade. Essa tem a necessidade de repor, quando possível, o que tirou da natureza. Por exemplo, uma cervejaria utiliza a água para fabricar a cerveja. Ela tem a necessidade de cuidar da água em sua pureza e repor para a natureza a água não contaminada. Uma indústria de palito tem a necessidade de repor as árvores que tirou da natureza, pois, se não fizer isto chegará o momento que faltará a matéria prima para o desenvolvimento de sua atividade e com isto a dificuldade de sua sobrevivência e prosperidade. A preocupação com o desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade, hoje, é fundamental para a sobrevivência da célula social e de toda a humanidade.

3 – SOCIALIDADE E EMPREENDIMENTO HUMANO
A empresa não é uma instituição isolada, mas, parte da comunidade. Segundo o Prof. Lopes de Sá, a célula social está contida em um todo complexo (natureza, seres e sociedade humana, Estado etc.) e o patrimônio da mesma deve cumprir objetivos que visem não só a satisfazer as necessidades próprias e individuais, mas, também, as de interação com o entorno referido, prioritariamente objetivando a beneficiar os fins humanos. Ainda, segundo Prof. Lopes de Sá, o sistema da função patrimonial da Socialidade tem por finalidade suprir necessidades sociais da célula, através da produção de fatos da riqueza desta, volvidas a influir beneficamente sobre os agentes transformadores do patrimônio, quer internos, quer externos, prioritariamente com objetivos humanos e altruístas, coerentes com a consciência social, embora, também, em decorrência, disto, podendo extrair proveito próprio. Se houver prosperidade patrimonial da célula social ela beneficia a comunidade por gerar novos empregos, atrair empresas fornecedoras, ampliar seus negócios, aumentar sua expansão com filiais na comunidade onde está inserida, como, também, em outras cidades, auxiliando seu pessoal na capacitação intelectual por meio de cursos, poderá, também, em decorrência, dar mais estabilidade ao pessoal interno, pagar melhores salários aos empregados, aumentar sua contribuição com o governo etc. Há, também, por parte de alguns empresários, maior cuidado com o meio ambiente natural, há meio patrimonial (capital) que se pode aplicar para evitar a poluição da natureza e criar um ambiente favorável e saudável à comunidade.

4 – SOCIALIDADE E AMBIENTE NATURAL
Atualmente se amplia à visão teórica e prática para alcançar os problemas atinentes ao ambiental natural da empresa. Há preocupação do empresário com o entorno. A visão social não é nova, pois, Carlo Ghidiglia, o gênio do Controlismo, reconheceu que a ¨influência dos fatores exógenos, ou seja, o social, os econômicos, opera-se de forma diferente em cada lugar, dependentes que são dos psicológicos e de tradições de cada povo e que tudo isso tem repercussão na vida da riqueza¨. (Prof. Lopes de Sá. História Geral e das Doutrinas da Contabilidade pg. 85). Dietrich (1914) da escola aziendalista da Alemanha e Schmalenbach (1919) da escola reditualisata, também, da Alemanha defendia que a Azienda devia ter uma visão social. (Prof. Lopes de Sá, Historia Geral e das doutrinas em contabilidade, São Paulo, Atlas, 1997). Mais recente Llena (lá responsabilidad social de lá empresa (2001) http://www.5campus.com/ ) ensina que ¨a empresa pode influenciar de uma forma significativa a comunidade¨. São várias as variáveis onde a empresa influencia a sociedade. Todas as atividades devem envolver cuidado com o meio ambiente social e natural, funcionários, fornecedores, consumidores e o ambiente natural. A célula social que não incluir a variável sócio-ambiental não se torna rentável. O consumidor está atento para consumir produtos da empresa que tenha uma visão sócio-ambiental e uma visão humana com seu consumidor, também, que tenha a preocupação com a qualidade, preço de seus produtos, com a ética, com a transparência e que sejam isentos de agrotóxicos chamados produtos orgânicos, segmento, esse, de algumas empresas. Cada vez mais o cliente procura os produtos sem veneno, pois, sabe que eles prejudicam a saúde. Em paises como Alemanha, Inglaterra e outros os consumidores buscam produtos orgânicos e os consumidores brasileiros, também, estão se voltando aos produtos isentos de agrotóxicos.

5 – PROSPERIDADE E SUSTENTABILIDADE
Os empresários, os cientistas da Contabilidade, estão preocupados na atualidade, mais que outras épocas, com os problemas que agravam a ocorrência da prosperidade, especialmente no que esta deve harmonizar-se com os interesses da vida do planeta. Isto é, com um crescimento da empresa constante, mas, sem agressão a natureza uma vez que se chegou ao limite de saturação na Terra. Hoje, já se fala em homem-ecológico, pessoa voltada à preservação da natureza. Inicia-se, assim, uma nova era onde o homem se preocupa com sua casa, a Terra. O que se observa é um aumento de preocupação do empresário e da comunidade em deixar a casa limpa de poluição. Isto porque o homem vem constatando a destruição que fez, vem fazendo, em nome do progresso, na sua casa e percebe a urgência de colocá-la em ordem. Alguns cientistas contábeis estão pesquisando a chamada contabilidade ambiental (termo não muito feliz porque ambiental significa também o social) onde se ¨pensa¨ sobre o fenômeno contábil ambiental natural. Há uma preocupação séria dos empresários em cuidar cada vez mais do entorno. O Conselho Federal de Contabilidade comanda hoje uma campanha de alerta e apoio às empresas. O cientista Lopes de Sá proclama e confirma tudo isso desde a década de 70 do século XX quando afirmou em sua obra que a finalidade da Contabilidade é a Prosperidade com respeito aos valores humanos, quer interna, quer externos ao patrimônio (obras Teoria da Contabilidade, edição Atlas, São Paulo e Teoria General Del Conoscimiento Contable, edição ICAC, Madri).

MUTAÇÃO PATRIMONIAL E O CÂMBIO

Werno Herckert

Em toda célula social, principalmente, aquela que trabalha com câmbio há, constantemente, variação de estrutura patrimonial.

O câmbio é um agente externo (hexógeno) que movimenta os meios patrimoniais da empresa.

Em doutrina contábil o movimento é conceituado como agente de transformação do capital enquanto que na Física é entendido como deslocamento de um móvel em relação a um referencial.

As empresas importadora e exportadora são influenciadas pelo câmbio (fenômeno econômico) e a baixa do valor de compra da moeda estrangeira (dólar) beneficia as empresas importadoras, enquanto nas exportadoras a baixa traz menor resultado.

No Brasil, a política econômica adotada de baixar o preço de compra do dólar traz dificuldades às empresas exportadoras, trazendo como efeito interno à diminuição ou até anulação da lucratividade.

Os prejuízos tornam inviável a sobrevivência na temporalidade do movimento, pois, para ter economicidade é necessário que existam lucratividade e harmonia nas suas oito funções patrimoniais (liquidez, resultabilidade, estabilidade, economicidade, produtividade, invulnerabilidade, elasticidade e socialidade).

Não havendo resultado ocorre o definhamento que levar pode à falência se não se tomar medidas emergenciais.

A derrocada da empresa traz enorme prejuízo à comunidade, ao Estado e a sociedade, pois, gera o desemprego (fenômeno econômico), fenômeno este que interessa, também, a Contabilidade estudar por afetar a vida do capital.

Exemplo de tal desastre de baixa cambial, quando não acompanhada de incentivos aos que exportam, é o da empresa gaúcha Reichert, com matriz em Campo Bom-RS.
Tal empreendimento, com 72 anos de atividade no setor exportador de calçados, com 99% de sua produção exportada foram duramente atingida pela baixa do dólar, não suportou a carga de produzir, manter empregos, pagar impostos e entrou em crise.

Mesmo figurando entre as 250 maiores exportadoras do país, exportadoras de calçados, favorecendo a balança comercial da Nação, gerando divisas de 85,l milhões de dólares em 2006, não foi contemplada com compensações que garantissem a continuidade de suas operações.

Com unidades fabris em Feliz, Criciumal, Bom Princípio, Vale Real, Humaitá, Três de Maio e Boa Vista o problema deverá atingir, também, Reifer Calçados, do mesmo grupo, que tem espaços de produção em Restinga Seca e Teutônia. (Ver Correio do Povo, 29.05.07, Economia, pg. 11.).

As medidas emergenciais, sejam do Governo ou dos Bancos, nem sempre resolvem o problema se não forem competentes e, faltando-lhes eficácia não alcança o objetivo esperado.

A organização que depende de empréstimos de terceiros para funcionar, com juros altos, em geral, desaparece do mercado.

A empresa industrial, via de regra, precisa funcionar com vigoroso capital próprio para ter economicidade. Empréstimos podem ser feitos quando a dinâmica patrimonial traz resultado com esse empréstimo e cobre tempestivamente a amortização e custo do empréstimo.

Em 2003 publiquei o livro Patrimônio e as influências ambientais, Reas, Três de Maio onde tratei sobre as influências endógenas e exógenas como forças que modificam a estrutura patrimonial, criam fenômenos patrimoniais, buscando doutrinariamente explicar sobre a força das influências externas, tal como prega o Neopatrimonialismo Contábil.

A realidade a cada momento comprova a verdade que a ciência proclama sobre a relação ambiental ou dos entornos da riqueza das empresas.

Por longo período os estudos contábeis estiveram centrados apenas no que sucedia internamente das empresas, mas, a partir da primeira metade do século XX a posição se modificou e ganhou intensidade na Teoria Geral do Conhecimento Contábil de Lopes de Sá.

A referida doutrina passou a sinalizar para modelos qualitativos que apresentam soluções para o equilíbrio com as diversas influências externas que tangem o patrimônio da célula social e para isso os cientistas neopatrimonialistas estão pesquisando e estudando novas formas de neutralizar as forças negativas que tangem a estrutura patrimonial.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Aplicações ambientais

por Werno Herckert

Escassa é a literatura doutrinária na contabilidade tradicional sobre a evidência das origens e aplicações de recursos, ou seja, como demonstração. Mais escasso, ainda, é a relativa ao que se relaciona ao meio ambiente natural (denominada Contabilidade ambiental).

Como todo conhecimento tem a sua utilidade relativa a partir do pouco que existe sobre o assunto referido é possível algo inferir.

Leia aqui a íntegra deste artigo.

Outros artigos do Prof. Werno Herckert: aqui

Patrimônio: sua função social e ambiental

por Werno Herckert

RESUMO
Atualmente há preocupação dos estudiosos com relação à responsabilidade social e ambiental do patrimônio da célula social.

Não podemos esquecer que a organização é composta por pessoas, pela riqueza e que essas pessoas movimentam esse capital. Essa dinâmica constante do patrimônio vai influenciar a comunidade e o meio ambiente natural em seu aspecto positivo ou negativo.

Assim o patrimônio tem uma função social e ambiental.

Sabemos que a riqueza da célula social é influenciada pelo entorno como, também, produz influência sobre a comunidade. Isto é axiomático.

Há uma interação constante entre o ambiente e o capital da célula social.

Desde o século XVIII alguns estudiosos já observavam tal interação.

Palavras chaves. Comunidade, social, ambiental, patrimônio, célula social e entorno.

Leia aqui a íntegra do artigo

A contabilidade em face do futuro e o neopatrimonialismo

por Werno Herckert

RESUMO
A modificação constante dos conceitos em Contabilidade é uma exigência da prática e da teoria. Os motivos que movem essa evolução encontram-se na velocidade com que as decisões se operam e que influem sobre as modificações cada vez maiores dos ambientes que agem sobre a riqueza das empresas. Nem os aspectos legais nem os de propriedade fechada são os que inspiram a contabilidade verdadeiramente moderna. O Neopatrimonialismo é a nova corrente doutrinária que, hoje, traça cientificamente os destinos desse milenar conhecimento e a filosofia lopesista a que inspira essa nova tendência.

Leia aqui a íntegra do artigo

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A CONCORRÊNCIA E O FENÔMENO PATRIMONIAL

O professor Werno Herckert prossegue em sua intensa campanha de difusão do neopatrimonialismo. Publicou recentemente mais um artigo na Argentina: "A CONCORRÊNCIA E O FENÔMENO PATRIMONIAL".


Também como colunista da página Brasil Escola fez publicações na site http://www.brasilescola.com/equipe/werno-herckert.htm.


Igualmente no México o ilustre professor realizou publicações, internacionalizando de maneira eficaz o Neopatrimonialismo. Deveras significativo é o artigo “A contabilidade em face do futuro e o Neopatrimonialismo” que o ilustre professor difundiu na página da NETLEGIS.